Eclesiastes


O autor
Ele se apresenta sob o pseudônimo de Eclesiastes, isto é Pregador, filho de Davi, rei de Jerusalém; é provavelmente o próprio rei Salomão. Dotado de uma inteligência excepcional, gozando de um período de paz prolongada, seu reino desenrolou-se no fausto.

Essas condições porém não favoreceram a vida espiritual do monarca que foi criado no temor Deus, sabendo que Ele é o Criador a Quem todos devem prestar contas, mas não O conheceu como Salvador, intervindo diretamente em sua experiência pessoal.

O tema
Ao término de uma vida repleta de felicidades (cap. 2:10), o Eclesiastes considera a condição humana, o que se passa "debaixo do sol", à luz de sua inteligência e suas experiências.

Suas conclusões são arrojadas: "Eis que tudo era vaidade e correr atrás do vento", (1:14; 2:11), repete ele invariavelmente.



Observa que o mal reina em toda parte; deplora-o, mas acomoda-se a ele porque não vê senão a vida terrena, em que não há diferença entre aquele que se aplica ao bem e o que se entrega ao mal.

A sabedoria, conclui o Eclesiastes, consiste em temer a Deus, em usar de moderação ao gozar do que a vida oferece no presente.

A aplicação
Nossa sociedade “cristã” conta com milhões de pessoas de “Eclesiastes”, os quais creem na existência de um Deus supremo, mas não experimentaram a salvação em Jesus Cristo.

Sua sabedoria natural se choca com o enigma da vida, do sofrimento, da injustiça, e termina nessa filosofia tão espalhada hoje: “Nada há melhor para o homem do que comer, beber e fazer que sua alma goze o bem do seu trabalho. No entanto vi também que isto vem da mão de Deus” – Eclesiastes 2.24

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