30 - Como Lutero se tornou reformador


B - COMO LUTERO SE TORNOU REFORMADOR

A mocidade de Lutero
Martinho Lutero (1483-1546) nasceu em Eisleben, na Saxônia, descendente de uma família de camponeses. 

O pai trabalhava numa mina de ferro e era homem de parcos recursos, durante a infância de Lutero; mas progredindo depois, conseguiu dar ao filho uma educação aprimorada.


O preparo religioso de Lutero teve como base aquela piedade simples da família alemã na Idade Média, de mistura com a superstição característica da era medieval.

Na sua infância, como na idade adulta, foi profundamente religioso, mas sem exageros, revelando alegria de viver. 

Aos dezoito anos ingressou na mais famosa universidade alemã, a de Erfurt, com o propósito, como era o desejo do pai, de estudar Direito. 

Levou quatro anos nos estudos preliminares da sua futura carreira profissional, aprofundando-se na filosofia medieval.

Torna-se um monge
Era muito estudioso, orador fluente e polemista; gostava da música e era muito sociável. Já estava para iniciar a sua vida profissional, quando, repentinamente, para grande desapontamento do pai e dos amigos, tornou-se monge entrando para o Convento dos Agostinhos em Erfurt.

Ficou ansioso de sua salvação; como ele próprio dizia, duvidava de si mesmo. Para um homem medieval o caminho mais acertado para a salvação era o da vida monástica. Este caminho, Lutero seguiu, sacrificando, por causa da salvação da sua alma, tudo o que o mundo lhe podia oferecer.

Sua luta no mosteiro
No mosteiro, sustentou consigo mesmo uma tremenda batalha espiritual. Tinha entrado ali à procura da salvação, mas não encontrou a paz e a segurança de quem está no caminho de Deus. 

Excedeu-se em jejuns, vigílias, flagelações e procurava do seu confessor a absolvição para os mais leves pecados, até que o aconselharam a moderar a sua austeridade e a confessar-se menos vezes.

Foi, em vários aspectos, um monge de vida modelar e se tornou famoso na Ordem, por sua piedade. Não obstante, a sua alma ardia com o sentimento do pecado e com o pensamento constante de estar debaixo da ira divina. 

Tentou seguir o caminho da salvação segundo o ensino da igreja medieval e sentiu que tal ensino era totalmente ineficaz para o que sua alma ansiava.


Influências benéficas
Livrou-se dessa indescritível angústia, desse terror espiritual, pelo que lhe foi revelado a respeito da verdade central do Evangelho de Cristo. A isto foi levado por várias influências.

O vigário geral da sua Ordem, Staupitz, ensinou-lhe que Deus era misericordioso. Para Lutero Deus só fazia castigar o pecador por meio da Sua Justiça. Além disso, Staupitz deu-lhe trabalho, coisa que lhe foi muito agradável: a cadeira de filosofia na nova universidade de Wittenberg.

Lutero também encontrou a verdade a respeito da graça divina para com os pecadores, na obra de Bernardo de Claraval. Ao lado de tudo isto era ardente leitor da Bíblia, especialmente naquilo que se relacionava com o seu ensino de teologia em Erfurt, pois então já tinha deixado Wittenberg.

Carreira intelectual de Lutero
Antes de se revelar como reformador, Lutero teve uma vida muito agitada. Entrou no mosteiro em 1505, foi ordenado em 1507, em 1508 foi a Wittenberg, em 1509 a Erfurt, em 1511 foi convidado para ensinar na universidade de Wittenberg, cidade em que residiu daí por diante.

Visita a Roma
No verão de 1511, a negócios da sua Ordem, fez uma visita a Roma, visita que tem sido muito mal entendida. Rezou em muitas igrejas e lugares sagrados de santos e de mártires. Viu muitas relíquias e ouviu muitas histórias dos seus poderes milagreiros. 

Para livrar seu pai do purgatório subiu de joelhos a Scala Sancta, a escadaria que se diz ter sido trazida da casa de Pilatos; repetindo, em cada degrau, o Pai Nosso.

Ao chegar ao topo surgiu-lhe uma pergunta: "Quem sabe se tudo isto é verdade?" Mas isso logo passou, apesar de escandalizado com muita coisa que vira em Roma. Não obstante, sua fé na igreja não sofreu arrefecimento. Voltou ao mosteiro e ao seu ensino. 

Em 1512, tornou-se doutor em teologia em Wittenberg. Depois ele próprio confessou, que a esse tempo era ainda ignorante do Evangelho.

A revelação de Lutero
Mas ao fim de 1512 e início de 1513, enquanto lia a Epístola aos Romanos, em sua cela, encontrou estas palavras: "Mas o justo viverá da fé". 

Aquilo então como que lhe incendiou a mente; vislumbrou aquela verdade que vinha procurando há tanto tempo: que a salvação lhe pertencia simplesmente pela confiança, pela fé em Deus através de Jesus Cristo e não por qualquer obra que ele próprio realizasse.

Ainda, então, não tinha entendido plenamente esta verdade. Prosseguindo no seu ensino avançou mais através das leituras de Agostinho, de Anselmo e, especialmente, pelos estudos dos Salmos e das Epístolas de Paulo. 

Pelo estudo destes livros da Bíblia, e nas suas preleções ele afirmou, com clareza sempre crescente e profunda certeza, a sua mensagem: que Deus salva os pecadores mediante a fé no seu amor revelado em Cristo.

Lindsay disse que uma grande verdade inspirou a quatro grandes cristãos: Paulo, Agostinho, Francisco de Assis e Lutero. 

E foi: "A confiança no Deus todo misericordioso que se revelou em Jesus Cristo, outorga aquela comunhão com Deus, aquele companheirismo, comparado com o qual, tudo o mais nada significa". Esta é a verdade da justificação pela fé.

Contra esta verdade e acima dela, pairava o ensino da igreja medieval que o homem pode alcançar a salvação pelas obras, pelos sacramentos que a igreja, que se dizia divinamente autorizada, prescrevia.

Mas Lutero estava convicto de que sua mensagem era verdadeira, porque na sua grande luta e prolongada pesquisa encontrou-se com Deus, por assim dizer, face a face, por Sua revelação. 

Desta experiência, ele trouxe o novo impulso da sua vida religiosa, impulso necessário para reformar a igreja cristã que tinha sido romanizada, paganizada.


Sua vida em Wittenberg
Por mais de quatro anos Lutero trabalhou em Wittenberg sem romper com a igreja. Tornou-se um líder da sua Ordem, muito ocupado com a administração dela. 

Suas lições e preleções na Universidade tinham uma nova orientação, consistindo de explicações das Escrituras em vez de repetições dos padres e doutores, e aplicando a verdade bíblica à vida do seu tempo.

Estas pregações atraíram estudantes à universidade e pessoas da cidade ao salão das suas preleções. Pregava muito, com notável simplicidade e com o poder da nova verdade descoberta que não era verdade nova. 

Estava ele chegando a uma melhor compreensão do que esta verdade significava com relação à autoridade da igreja. Afinal, alguma coisa o forçou a falar publicamente a respeito desta grande verdade.

As indulgências de Tetzel
Numa localidade próxima a Wittenberg apareceu, em 1517, um homem chamado Tetzel, enviado pelo arcebispo de Mogúncia para vender as indulgências emitidas pelo papa. De toda a parte, muita gente veio comprar essas indulgências. 

Elas ofereciam diminuição das penas do purgatório. Essa gente, porém, pensava, em virtude da forte propaganda de Tetzel na venda da sua mercadoria, que, com a compra das indulgências, conseguiria o perdão dos pecados.

O que chegou ao conhecimento de Lutero através do confessionário convenceu-o de que o tráfico das indulgências estava desviando o povo do ensino a respeito de Deus e do pecado, e enfraquecendo seriamente a vida moral de todo o povo. Decidiu, então, enfrentar tão grande erro e abuso.

Nas universidades medievais era costume apôr-se, em lugares públicos, a defesa ou ataque de certas opiniões. Esses escritos eram chamados "teses" nas quais se debatiam as idéias e se convidavam todos os interessados para o debate.

As noventa e cinco teses
Em 31 de Outubro de 1517, véspera do Dia de Todos os Santos, quando enorme multidão comparecia à Igreja do Castelo, na cidade de Wittenberg, Lutero colocou ás portas dessa igreja as 95 Teses que tratavam do caso das indulgências. 

Nelas declarava que a Igreja podia remitir somente o que ela exigia, isto é, sentenças quanto à disciplina, e que as indulgências eram nulas para o efeito de remover a culpa ou afetar a situação das almas no purgatório, e que o cristão arrependido tinha o seu perdão vindo diretamente de Deus, sem a intervenção de indulgências.

Não obstante Lutero não perceber plenamente, as teses foram um golpe no coração do poder dessa igreja e do poder do papa que era o cabeça da igreja. Pois as teses negavam o pretenso poder da igreja de ser mediadora entre o homem e Deus e de conferir perdão aos pecadores.


O papa age contra Lutero
Enquanto cópias dessas tese eram vendidas por toda a Alemanha, tão depressa fossem sem impressas, o papa Leão X começou a agir contra esse monge rebelde. Primeiro, intimou Lutero a ir a Roma, o que significaria morte certa. 

Mas o Eleitor da Saxônia, interessado pelo famoso professor da sua universidade, protegeu-o, ordenando que seu caso fosse discutido e ouvido na Alemanha. Seguiram-se, então, as conferências com os legados do papa, que não conseguiram demover Lutero do seu ponto de vista.

Pelo contrário, em um debate em Leipzig, para o que fora desafiado por um defensor da igreja, ele declarou, como resultado dos estudos que fizera, que o papa não tinha autoridade divina e que os concílios eclesiásticos não eram infalíveis. Essas afirmações significaram seu rompimento definitivo e irrevogável com a igreja papal.

Lutero apela para a Alemanha
Aberta, assim, a sua luta, prosseguiu sem temor, agindo com muita rapidez. Desenvolvendo uma atividade literária fora do comum, colocou o seu caso diante do povo alemão que demonstrara geral simpatia pelos debates em curso. 

Uma das suas publicações dessa época e talvez a maior das suas obras foi o apelo "A Nobreza Cristã da Alemanha".

Era uma convocação a toda Alemanha para unir-se contra Roma. Lutero negou que o papa e o clero tivessem sobrenaturais poderes sacerdotais, dando assim um golpe nas raízes mesmas da autoridade que dominou a Europa tão duramente, muitos e muitos séculos, com tremendo poder. Ele provou que todos os cristãos são sacerdotes, tendo acesso à presença de Deus mediante a fé em Cristo.

Negou que somente o papa pudesse interpretar as Escrituras. Estas, disse ele, podiam ser interpretadas por qualquer crente sincero. Exprobrou e denunciou a corrupção do papado, especialmente a ambição e extorsões dos papas e a ambição da corte papal que se deixava corromper em tudo quanto empreendia.

Finalmente traçou um plano para a organização de uma igreja nacional alemã, independente e reformada. 

Quatro mil desses livros foram vendidos dentro de uma semana. O povo começou a ver que ali, afinal, estava o homem providencial para proceder a uma reforma desde há muito ansiosamente desejada. 

Todos viram também que qualquer pessoa podia ser verdadeiramente cristã sem ter necessidade de prestar obediência ao papa. Além de tudo, Lutero já se tornara conhecido e respeitado como um homem devoto e de caráter austero.

Ameaça de excomunhão
Enquanto esse livro era impresso (Agosto, 1520) publicava-se na Alemanha a bula papal de excomunhão que Lutero já esperava. 

A bula o obrigava e aos seus simpatizantes e seguidores, a retratarem suas "heresias" dentro de sessenta dias, e ainda determinava que se eles não o fizessem seriam tratados como hereges - isto é, seriam presos e condenados à morte.

A todos os fiéis foi ordenado queimar os livros de Lutero, o que fizeram os legados do papa. Mas essa história de queimar livros era um jogo que ambos os lados podiam fazer. A 10 de Dezemhro de 1520, em Wittenberg, foi anunciado um acontecimento notável por Felipe Melanchton.

Tinha vindo ele para ali, havia dois anos, como professor de grego, tendo então, vinte e um anos. Punha-se ele, com todas as suas forças, ao lado da causa de Lutero. 

Neste anúncio convidavam-se os estudantes para assistirem, naquele dia, à queima dos "livros maus dos decretos papais e dos teólogos escolásticos".

Lutero queima a bula do papa
Diante de grande multidão de estudantes, professores, cidadãos de todas as classes, Lutero atirou à fogueira os livros e a então última de todas as bulas do papa. 

Esta cena, em que se misturavam bom humor e sublime coragem, era característica da personalidade de Lutero. 

Foi, de fato, sublime a sua coragem. Um pobre monge, sustentado unicamente por sua fé em Deus, enfrentou sorridente o tremendo poder que os homens julgavam autorizado e amparado por Deus, para abrir e fechar as portas da vida eterna. Começou naquele dia uma nova era na história humana.


Lutero é excomungado e trazido perante a dieta
No mês seguinte, o papa publicou a terrível sentença final, excomungando Lutero e o condenando a todas as penalidades consequentes da heresia. 

Esta bula, para ter efeito, dependia do poder civil para levar Lutero à morte. Desse modo, o caso tinha de ir à Dieta Imperial que ia se reunir nesse mesmo ano (1521) em Worms. Era a primeira Dieta do governo do Imperador Carlos V.

O Papa estava exercendo forte pressão sobre ele para assegurar-se da condenação de Lutero. Além disso, as ideias religiosas pessoais do imperador convenceram-no de que devia apressar o caso. Citado a comparecer perante a Dieta, Lutero, certo de que marchava à morte, foi destemidamente.

As multidões que até dos telhados o aclamavam pelas cidades por onde passava na sua longa e penosa viagem, o convenceram de que seu ideal estava alcançando real progresso e de que ele não estava sozinho.

Lutero chefe de um forte movimento na Alemanha
Lutero ganhara rapidamente numerosos amigos e incontáveis seguidores de todas as classes do seu povo: nobres, cidadãos, homens de cultura, ricos e pobres. Era agora o líder de um forte movimento na Alemanha. 

Quando se apresentou na Dieta não era mais aquele monge solitário, era o campeão de um grande partido nacional que exigia uma igreja alemã livre dos grilhões de Roma, uma igreja reformada.

Lutero em Worms
Chegado à Dieta, foi colocado diante de certos livros que escrevera e solicitado a se retratar do que os livros continham. No dia seguinte apresentou sua notável defesa na presença dos mais poderosos homens do seu país. 

"Diante dele estavam o imperador e seu irmão Fernando, Arquiduque da Áustria... e ao lado deles, sentados, todos os Eleitores e grandes Príncipes do Império, leigos e clérigos, entre estes, quatro cardeais.

Ao redor dele ficaram os condes, os nobres livres, os Cavaleiros do Império e os delegados das grandes cidades todos formando um só bloco. Embaixadores... de quase todos os países da Europa, ali estavam avultando a multidão - pronta para testemunhar o feito desse memorável dia. 

Lutero falou vagarosa, calma e confiantemente; e em alguns momentos com tal poder que emocionou todos os corações. Recusou modificar a sua posição.”


Sua atitude final
Ao fim da defesa, o imperador, por intermédio de um oficial, perguntou-lhe se estava disposto a se retratar das afirmações que fizera, negando autoridade a certas decisões de alguns concílios - uma questão que naturalmente envolvia toda a matéria que se relacionava com a autoridade da Igreja.

A sua resposta foi: "É impossível retratar-me, a não ser que me provem que estou laborando em erro, pelo testemunho das Escrituras ou por uma razão evidente; não posso confiar nas decisões de concílios e de papas, pois é evidente que eles não somente têm errado, mas se têm contraditado uns aos outros. 

Minha consciência está alicerçada na Palavra de Deus, e não é seguro nem honesto agir-se contra a consciência de alguém. Assim Deus me ajude. Amém".

A Dieta dissolveu-se em meio de grande confusão. Os espanhóis gritaram: "A fogueira com ele!” - mas os alemães, dele se acercaram; "e quando saíram do auditório, todos juntos e Lutero no meio deles, empunharam suas armas e levantaram as mãos acima das cabeças na maneira como costumava fazer um cavaleiro alemão quando derrubava seu antagonista num torneio”

Condenado, mas seguro
Ele era, de fato, o vencedor. Depois de alguns dos seus mais fiéis defensores se terem retirado, a Dieta, sob pressão do imperador, proclamou o Édito de Worms que punha Lutero fora da Lei e decretava a destruição dos seus simpatizantes.

Mas a Alemanha zombou do Édito e nenhuma tentativa séria jamais foi realizada para levar a efeito a sentença contra Lutero. Ele agora era o líder do movimento religioso nacional a que dera origem, por seu bravo testemunho a favor da verdade evangélica, como Deus lha tinha revelado.


Por Robert Hastings Nichols

ÍNDICE


A preparação para o Cristianismo

01 - A contribuição dos Romanos, Gregos e Judeus
02 - Como era o mundo no surgimento do cristianismo

A fundação e expansão da Igreja
03 - Jesus e sua Igreja
04 - A Igreja Apostólica Até o Ano 100

A Igreja antiga (100 - 313) 
05 - O mundo em que a Igreja vivia (100 - 313)
06 - Características da Igreja Antiga (100-313)

A Igreja antiga (313- 590) 
07 - O mundo em que a Igreja vivia (313 - 590)
08 - Características da Igreja Antiga (313-590)

A Igreja no início da Idade Média (590 - 1073) 
09 - O mundo em que a Igreja vivia (590-1073)
10 - Características da Igreja no início da Idade Média 
11 - O cristianismo em luta com o paganismo dentro da Igreja

A Igreja no apogeu da Idade Média (1073 - 1294) 
12 - A Igreja no Ocidente - O papado Medieval - Hildebrando
13a - Inocêncio III
13b - A Igreja Governa o Mundo Ocidental
14 - A guerra da Igreja contra o Islamismo - As cruzadas 
15 - As riquezas da Igreja
16 - A organização da Igreja
17 - A disciplina e a lei da Igreja Romana
18 - O culto da Igreja
19 - O lugar da Igreja na religião
20 - A vida de alguns líderes religiosos: Bernardo, Domingos e Francisco de Assis
21 - O que a Igreja Medieval fez pelo mundo
22 - A igreja Oriental

Decadência e renovação na Igreja Ocidental (1294 - 1517)

23 - Onde a Igreja Medieval falhou
24 - Movimentos de protesto: Cataristas, Valdeneses, Irmãos
25 - A queda do Papado
26 - Revolta dentro da igreja: João Wycliff e João Huss
27 - Tentativas de reforma dentro da Igreja
28 - A Renascença e a inquietude social como preparação para a Reforma

Revolução e reconstrução (1517 - 1648) 
29 - A Reforma Luterana
30 - Como Lutero se tornou reformador
31 - Os primeiros anos da Reforma Luterana
32 - Outros desdobramentos da Reforma Luterana
33 - A Reforma na Suíça - Zuínglio
34 - Calvino - líder da Reforma em Genebra
35 - A Reforma na França
36 - A Reforma nos Países Baixos
37 - A Reforma na Escócia, Alemanha e Hungria



O cristianismo na Europa (1648 - 1800)
43 - A França e a Igreja Católica Romana
44 - A Igreja Católica Romana e a Revolução Francesa
45 - O declínio religioso após a Reforma
46 - O Pietismo
46 - A Igreja Oriental
47 - A Regra Puritana
48 - Restauração
49 - Revolução
50 - Declínio Religioso no começo do século 18
51 - O Reavivamento do Século 18 e seus resultados
52 - Os Pactuantes (Covenanters)
53 - O Século 18 na Escócia
54 - O Presbiterianismo na Irlanda

O Século 19 na Europa
55 - O Catolicismo Romano
56 - O Protestantismo na Alemanha, França, Holanda, Suíça, Escandinávia e Hungria
57 - O Movimento Evangélico na Inglaterra
58 - O Movimento Liberal
59 - O Movimento Anglo-Católico
60 - As Igrejas Livres
61 - As Igrejas na Escócia: despertamento, descontentamento e cisão
62 - As missões e o cristianismo europeu

O Século 20 na Europa
63 - História Política até 1935
64 - O Catolicismo Romano
65 - O Protestantismo no Continente
66 - A Igreja da Inglaterra
67 - As Igrejas Livres 
68 - A Escócia
69 - A Igreja Ortodoxa Oriental
70 - Outros países orientais
71 - O Movimento Ecumênico

O cristianismo na América
72 - As primeiras tentativas
73 - As Treze Colônias
74 - Reconstrução e reavivamento após a Guerra da Independência
75 - O Século 19 até 1830
76 - 1830 - 1861
77 - 1861 - 1890
78 - 1890 - 1929

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