Cinco coisas que matam uma igreja


Há muitas igrejas que apesar de terem belos templos e grandes estruturas, estão em pleno desmoronamento espiritual. 

E a culpa é de quem?

Uma vez que a igreja bíblica é formada por pessoas e não por tijolos, a responsabilidade recai sobre cada um e seu respectivo comportamento. Vejamos então algumas coisas que matam igrejas:


Excesso de críticas, pouco apoio 
É aquela mania humana de sempre enxergar o que está errado e não o que está bom. E assim, vamos presenteando a liderança na igreja ou qualquer pessoa que queira trabalhar com críticas, observações e exigências de todos os ângulos e áreas. 

Assim, cria-se um círculo vicioso perverso. Quem não ajuda critica. E quem poderia ajudar não o faz porque não quer ser alvo de crítica. O que fará essa igreja no futuro? As pedras terão que clamar e trabalhar por ela? (Lucas 19.40)

Muita exigência, pouca doação
A vítima nesse caso quase sempre é a liderança. Exige-se evangelismo, missões, visitação, pregação, acompanhamento integral da parte do pastor. 

Por outro lado, contamos nos dedos os crentes que se dispõe a evangelizar, que participam dos trabalhos no meio da semana ou que se envolvem nos projetos evangelísticos que a liderança possa promover. Todos exigem, poucos se doam. Diante disso o resultado obviamente é insatisfatório.

Muita carnalidade, pouco Reino de Deus
Sejamos sinceros, muitas pessoas que estão neste momento nas nossas igrejas se mostram como  instrumentos do Diabo. Cultivam apenas divisões, espalham fofocas, fazem críticas desleais e pelas costas. É o joio no meio do trigo e se fazem valer pelo seu tempo de igreja e não pela maturidade espiritual.

Frieza e distância emocional. 
Gestos simples como sorriso, delicadeza, abraço e cordialidade fazem toda a diferença. Não existe coisa pior do que a frieza nos relacionamentos, especialmente em uma igreja. Um pastor que percebe que não é amado, elogiado ou apoiado, sente-se num deserto e logo desistirá de sua jornada. Ninguém quer ficar num lugar onde não é aceito.

Religiosidade e tradicionalismo. 
Quando a presença no ensaio de coral fica mais importante que um culto à noite é porque o ensaio transformou-se no culto e o coral no objeto a ser adorado. Quando há qualquer espécie de inversão onde se prioriza a forma e não o conteúdo, é sinal de que ouve também uma inversão no coração: a religiosidade e o tradicionalismo falam mais alto.

Pense...
  • Qual é a situação da sua igreja hoje? Vivendo ou merrendo?
  • Qual tem sido sua atitude em relação a isso?
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Andrei de Almeida Barros é pastor da Igreja Presbiteriana do Brasil. Em 1998 trabalhou como missionário em Portugal. Formou-se em teologia pelo Seminário Presbiteriano do Sul em 2003 e ordenado pastor em 2004.
É fundador e editor do site www.semeandovida.org
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