Caridade

Um bife inteiro
Chegou à minha casa uma senhora muito pobrezinha. Morava na periferia da cidade. Depois que conversamos um pouco minha esposa serviu o almoço. Ela, muito acanhada, serviu-se e pediu para minha esposa cortar o bife pelo meio. Depois perguntou: - eu posso levar um pedaço pro meu "véio"? Não, respondeu minha esposa. A senhora não vai levar um pedaço do seu bife pro seu "véio", vai levar um bife inteiro. Eu vi uma gotinha de lágrima no seu "Deus lhe pague". 

(Extraído do livro “Pense Comigo – Meditações Evangélicas”, 1ª Edição – Rev. Samuel Barbosa)

Jantar na igreja
Achei um recorte de jornal de 1970 - Folha de São Paulo com a seguinte notícia: "Religião e comida. Está havendo uma verdadeira guerra entre as muitas Igrejas de Nova Iorque, para atrair fiéis. O último golpe publicitário nesse sentido diz respeito à gastronomia: depois das missas ou dos cultos noturnos, servem-se jantares a preços muito baixos. A Igreja Reformada da Hungria, por exemplo, oferece pratos de "goulash" e frango frito. A Igreja Presbiteriana da quinta avenida serve atum de caçarola e salada de frutas. A Igreja do Bom Pastor da West Side serve salsicha com mostarda, frango ao molho pardo e frutas frescas. E parece que número de fiéis está aumentando sensivelmente". Se a moda pega!

(Extraído do livro “Respingando – Crônicas e Memórias”, 1ª Edição – Rev. Samuel Barbosa)

Como gastar dinheiro
Um homem fez um trato com o diabo. O diabo lhe daria dinheiro todo dia e lhe levaria a alma no dia em que o homem não pudesse gastar todo dinheiro recebido, até a meia noite. Tanto dinheiro recebeu, tanto dinheiro gastou que se cansou. Vencido procurou o diabo e disse: "senhor diabo (não sei porque o chamou "senhor"), aqui tem a minha alma. Não consegui gastar todo dinheiro que recebi durante o dia, não tinha mais onde gastar, já tenho tudo e muito mais. Então o diabo olhou bem dentro dos olhos do infeliz e perguntou: "Você nunca ouviu falar em caridade"? 

(Extraído do livro “Respingando – Crônicas e Memórias”, 1ª Edição – Rev. Samuel Barbosa)

Auxílio divino
Minha família e eu passamos um momento difícil em nossas vidas quando meu pai estava entrando na polícia. Um dia nós voltávamos para a casa e minha mãe preocupada com a comida pensava: “e agora meu Deus, só temos arroz e feijão para comer?”. Chegando em casa encontramos um enorme saco de batata. Até hoje não sabemos quem é que nos deu aquela ajuda, mas uma coisa é certa: Deus supriu nossas necessidades até que meu pai se firmasse no emprego.

(Testemunho pessoal do Rev. Danilo Cassemiro de Campos extraído do seu sermão "O auxílio divino")
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