O Perigo do ódio


Porque a mensagem que ouvistes desde o princípio é esta: que nos amemos uns aos outros (1 Jo 3.11). 

John Marks disse: “O ódio, muda o agente e não o alvo. Se você der um chute numa parede que se interpõe em seu caminho, quem se machuca é você, e não a parede. O ódio não muda a pessoa odiada, mas diminui quem odeia”.

Isso nos lembra que não precisamos ficar preocupados com o sentimento maldoso de ódio de alguém contra nós. Mas também precisamos observar que alimentar o ódio e a raiva para com os outros causa grande prejuízo em nós mesmos. 

Precisamos pensar principalmente no cuidado que devemos ter com a nossa vida. Devemos afastar os pensamentos negativos, vingativos e de ódio contra qualquer pessoa. No lugar disto, buscar o amor, a paciência e o perdão. 

“Longe de vós, toda amargura, e cólera, e ira, e gritaria, e blasfêmias, e bem assim toda malícia. Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus, em Cristo, vos perdoou” (Ef 4.31-32).

Paulo diz que devemos andar de modo digno de nossa vocação. Nossa vocação como cristãos é a de imitar a Cristo. 

"Rogo-vos, pois, eu, o prisioneiro no Senhor, que andeis de modo digno da vocação a que fostes chamados, com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor, esforçando-vos diligentemente por preservar a unidade do Espírito no vínculo da paz” (Ef 4.1-3). 

Devemos odiar o mal e não as pessoas. Devemos odiar nossos desejos pecaminosos e não quem não gostamos. Podemos até odiar as ações maldosas de alguém, mas precisamos ter sabedoria para não intentar mal contra as pessoas em si. 

No lugar de odiar alguém devemos orar por ele. Só podemos vencer o mal com o bem. “O ódio excita contendas, mas o amor cobre todas as transgressões” (Pv 10.12). 

Que possamos amar uns aos outros, evitando multiplicar o ódio e transportando a luz do amor pela vida. Deus é amor, quem o conhece não é vencido pelo ódio. 

Sejamos transformados pelo amor.

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