A borboleta e a flor



O SENHOR é a minha força e o meu escudo; nele o meu coração confia, nele fui socorrido; por isso, o meu coração exulta, e com o meu cântico o louvarei (SI 28.7). 

Certa vez, um homem pediu a Deus uma flor e uma borboleta. Mas Deus lhe deu um cacto e uma lagarta. O homem ficou triste, pois não entendeu porque o seu pedido veio errado. 

Daí pensou: Também, com tanta gente para atender... E resolveu não questionar. Passado algum tempo, o homem foi verificar o pedido que deixou esquecido. 

Para sua surpresa, do espinhoso e feio cacto havia nascido a mais bela das flores. E a horrível lagarta transformara-se em uma belíssima borboleta. 

Deus sempre age certo. O seu caminho é o melhor, mesmo que aos nossos olhos pareça estar dando tudo errado. Se você pediu uma coisa a Deus e recebeu outra, confie. Tenha certeza de que ele dá o que você precisa, no momento certo. Nem sempre o que você deseja é o que você precisa. Como ele nunca erra na entrega dos pedidos, siga em frente sem murmurar ou duvidar (Autor desconhecido). 

Deus sabe o que é melhor para nós. Ele sabe o momento certo de cada coisa. Enquanto nós somos limitados. Deus conhece todas as coisas. 

Este é mais um motivo para vivermos na dependência de Deus. Em todo tempo e nas mais variadas situações devemos confiar em Deus. 


É verdade e temos experimentado bênçãos surgirem de situações muito difíceis. Muitas flores nascem de cactos e lindas borboletas surgem de lagartas rastejantes. 

Temos que ter paciência e temos que ter humildade para aceitar a direção que Deus nos dá. “Tu, SENHOR, conservarás em perfeita paz aquele cujo propósito é firme; porque ele confia em ti. Confiai no SENHOR perpetuamente, porque o SENHOR Deus é uma rocha eterna” (Is 26.3-4).

O caminho da confiança é um caminho de paz. Enquanto aguardamos, Deus promete cuidar de nós. Ele dá paz ao coração das pessoas que se firmam na fé. 

Ele é rocha eterna, para Deus não existem problemas difíceis. “Converteu o deserto em lençóis de água e a terra seca, em mananciais” (SI 107.35). 

O espinho de hoje será a flor de amanhã!

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