Amor em tempos de ódio


Não tenha cada um em vista o que é propriamente seu, senão também cada qual o que é dos outros - Filipenses 2.4 (leia também 1 Coríntios 13.4-8 )

O mais importante é o amor. Mas não o amor popularizado de forma diminuída e, sim, o verdadeiro amor ensinado por Jesus que possui as seguintes características: 

O amor é conhecido pelo que é. É paciente. Capaz de suportar injúrias. Não revida com facilidade. Caminha a segunda milha, oferece a outra face. Responde a injustiça com bondade. 

É benigno. Busca vencer o mal com o bem. Sabe que a vitória não vem da vingança, mas de não agir da mesma forma maldosa contra seus inimigos. 

O amor é conhecido pelo que não faz. Não arde em ciúmes. Não perde tempo pensando e alimentando a inveja. Não se ufana. Não se enche do vento da arrogância. 

Percebe a importância do outro no lugar de ficar chamando atenção para si mesmo. Não se ensoberbece. Não age com orgulho e arrogância. Não se conduz inconvenientemente. Não envergonha os outros, não irrita e nem atrapalha os outros. Não procura os seus interesses. 

O amor não é cobiçoso, egoísta, avarento. Não pensa só em si mesmo. Não se exaspera. Não se ressente do mal. Não fica guardando rancor. Não se alegra com a injustiça. O amor não se regozija com a iniquidade. 

O amor é conhecido pelo que faz. Regozija-se com a verdade. Não negocia a verdade em busca de favorecimento. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera e tudo suporta. O amor jamais acaba. 

Damos importância a muitas coisas neste mundo, mas, às vezes, não nos preocupamos com a virtude mais importante que é o amor. Busque amar de verdade. Ame o seu próximo e ame a Deus. 

O amor é a maior evidência de maturidade espiritual, a mais eloquente comprovação do discipulado e a garantia mais sólida da genuína conversão (Giuliano Coccaro). 

No céu não precisaremos mais de fé nem mesmo de esperança, porém, o amor é eterno. O amor jamais acaba. O amor é a verdadeira marca do cristão. “Agora (...) permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; porém o maior destes é o amor” (v. 13).

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