Do trabalho de tuas mãos comerás, feliz serás, e tudo te irá bem (Sl 128.2).
Um carro era arrastado pelos bois. Como o eixo rangia, eles se voltaram e disseram-lhe: "Nós puxamos o carro e vocês é que gemem?”
Para uns, o sacrifício; para outros, as queixas. Muitos trabalham e vencem as barreiras diárias. Outros, sempre com desculpas, fazem muito pouco.
Muitos ficam apenas olhando e preferem reclamar. Em que grupo nos encaixamos? No grupo dos que fazem força ou no dos que reclamam?
Você faz força ou apenas murmura?
Os acomodados, na maioria das vezes, reclamam porque se sentem incomodados ao ver outros realizando grandes coisas.
Eles não querem agir, por isso criticam e colocam defeito naqueles que estão produzindo e se esforçando.
Não precisamos de muito esforço para saber que devemos estar no grupo dos que trabalham com dedicação e propósito.
Nossa atenção deve estar em realizar com alegria tudo o que Deus nos der condição e oportunidade para fazer.
Com força e motivação, devemos executar todas as tarefas que nos cabem, sem perder tempo reclamando dos que reclamam.
“Em todo trabalho há proveito; meras palavras, porém, levam à penúria” (Pv 14.23).
Do trabalho vem o sustento para nós e para nossa família. É através dele que também temos condições de ajudar o próximo em necessidade.
A terra está cheia de riquezas, como diz o salmista: “Que variedade, SENHOR, nas tuas obras! Todas com sabedoria as fizeste; cheia está a terra das tuas riquezas” (Sl 104.24).
A mão de Deus é responsável por tamanha diversidade. E neste mundo repleto de opções, o homem sai para o seu trabalho até a tarde.
Desde a criação, Deus colocou no ser humano responsabilidade e autoridade. Hoje, ainda temos um chamado sagrado a cumprir.
Além do trabalho material, temos também o compromisso espiritual. Deus desperta nosso coração e nos capacita a exercer dons espirituais.
Sem reclamar, devemos cumprir nossa missão mais importante: anunciar a mensagem de Deus aproveitando nossa influência na sociedade.
Poder trabalhar e servir é um grande motivo de alegria.
Autor: Hebert Gonçalves