Perseverança, experiência e esperança


O próprio Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus (Rm 8.16). 

Em Romanos 5.1 e 2 vimos que somos justificados em Cristo, por isso temos paz, graça e glória. Porém, há também sofrimento. O versículo 3 começa dizendo: “E não somente isso”, diz que também devemos nos gloriar nas próprias tribulações. 

Nos alegramos na glória e também devemos nos alegrar no sofrimento, na dor, tristeza, aflição e nas pressões deste mundo pagão e hostil. 

Como isso pode ser? 

Devemos entender que não é que nos alegramos nos sofrimentos em si, mas nos alegramos nos benefícios que eles trazem como resultado. Alegramo-nos no que ele produz - perseverança, experiência e esperança. 

Uma produção em cadeia acontece a partir das tribulações. Uma etapa superada nos leva a conquistar a outra. São como degraus de uma escada que nos alegramos em subir. 

Perseverança - O sofrimento gera a paciência de que necessitamos para suportá-lo. Assim como o corpo humano produz anticorpos na presença de infecção, a perseverança nasce do sofrimento. Sem o sofrimento não haveria necessidade de perseverança. 

Experiência - Condição de alguém que é posto a prova e é aprovado. A perseverança nos faz sair aprovados. Adquirimos força, experiência. 

Esperança - Confiança quanto a glória final. Esperança de vitória, certeza e descanso nas promessas de Deus. As tribulações nos mostram um mundo quebrado e firmam nossa esperança nos céus. 

A razão pela qual não somente nos gloriamos na esperança da glória de Deus, como também em nossos sofrimentos, é que ambos nos levam a esperança da glória (Autor Desconhecido). 

Uma segurança baseada no amor de Deus não é uma esperança frágil e passageira, mas verdadeira. Não nos decepciona, ela é confirmada pelo Espírito Santo em nossos corações (Rm 5.5).

Sabemos que é verdadeira porque o amor de Deus é derramado em nossos corações pela íntima experiência com o Espírito Santo de Deus (Rm 8.16). As dificuldades são para o nosso amadurecimento.

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