Hino 260 - Amor que vence



1. Amor, que por amor desceste!
Amor, que por amor morreste!
Ah! Quanta dor não padeceste!
Minha alma vieste resgatar
E meu amor ganhar!

2. Amor, que por amor seguias
A mim, que sem amor tu vias!
Oh! Quanto amor por mim sentias,
Eterno Deus, Senhor Jesus,
Sofrendo sobre a cruz!

3. Amor, que tudo me perdoas,
Amor, que até mesmo abençoas
Um réu de quem tu te afeiçoas!
Vencido, ó Salvador, por ti,
Teu grande amor senti!

4. Amor sublime, que perduras;
Que em tua graça me seguras,
Cercando-me de mil venturas!
Aceita agora, ó Salvador,
O meu humilde amor.



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Informações
Letra: George Matherson, 1882
Tradução: Henry Maxwell Wright, 1912
Música: Albert Lister Peace, 1885

Ênfase do hino
A ênfase principal do hino é a mensagem do amor de Deus, que desceu e morreu por nós na cruz, sofrendo dor e pagando o preço do nosso resgate.

O hino destaca a importância do perdão e da graça de Deus, que nos abençoa e nos amou mesmo quando éramos réus.

Ele expressa a gratidão e o amor do crente por Deus.

Teologia do hino
O hino traz uma mensagem sobre a natureza divina e humana de Jesus como o Salvador, que desceu e morreu por amor a nós, sofrendo dor e pagando o preço do nosso resgate.

Ele apresenta Jesus como o Eterno Deus, Senhor Jesus, que nos perdoa e nos abençoa, mesmo sendo réus.

O hino destaca ainda a importância da graça de Deus em nossas vidas e a gratidão e amor que devemos ter por Ele.

Textos bíblicos
- João 3:16: "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna."

- Romanos 5:8: "Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores."

- Efésios 2:8-9: "Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus; não vem das obras, para que ninguém se glorie."

Metáforas e simbologia
- "Amor": O amor de Deus é um símbolo de sua compaixão, misericórdia e bondade para conosco, que nos resgatou e nos abençoou mesmo quando éramos réus.

- "Cruz": A cruz é um símbolo do sofrimento de Jesus por amor a nós, pagando o preço do nosso resgate e nos concedendo a graça da salvação.

Aplicação prática
O hino nos convida a meditar e refletir sobre o amor de Deus, que desceu e morreu por nós na cruz, sofrendo dor e pagando o preço do nosso resgate.

Ele nos lembra da importância do perdão e da graça de Deus em nossas vidas, que nos abençoa e nos ama mesmo quando éramos réus.

Podemos aplicar essa mensagem em nossa vida cotidiana, buscando viver em comunhão com Deus e expressando nossa gratidão e amor por Ele.

Quando cantar
Este hino é apropriado para ser cantado em momentos de adoração e louvor, especialmente quando o tema é o amor de Deus e sua graça salvadora.

Ele pode ser utilizado em momentos de celebração da Páscoa, quando lembramos do sacrifício de Jesus na cruz e da sua ressurreição.

Também é adequado para momentos de reflexão sobre a importância do amor e da gratidão a Deus em nossa vida diária.

História
George Matheson nasceu na Inglaterra em 1842. Ficou cego durante a adolescência, apesar do que logrou completar seus estudos de Teologia na Universidade de Glasgow, com brilhantismo.

Foi ordenado em 1866 e trabalhou em diversas igrejas, alcançando notoriedade pela sua cultura como escritor e sua eloqüência como pregador.

Escreveu obras teológicas como "Aids to the study of German Theology" (1874).

Assumiu a igreja de São Bernardo, Edimburgo, em 1886. Permaneceu nessa igreja até sua aposentadoria

Publicou um livro de poesias intitulado "Sacred Songs" (1890).

O hino que ora apresentamos foi incluido no "The Scottish Hymnal" (1885) e é muito difundido no Brasil, graças à tradução de Henry Maxwell Wright. Matheson faleceu repentinamente em 1906.

Semeando Vida

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