Hino 266 - Rude Cruz



1. Rude cruz se erigiu, 
Dela o dia fugiu
Como emblema de vergonha e dor.
Mas eu sei que na cruz,
Nesse dia Jesus
Deu a vida por mim, pecador.

     Sim, eu amo a mensagem da cruz; 
     Seu triunfo meu gozo será! 
     Pois um dia, em lugar de uma cruz, 
     A coroa Jesus me dará!

Desde a glória dos céus
O Cordeiro de Deus 
Ao Calvário humilhante baixou. 
Nessa cruz, para mim, 
Há mistério sem fim, 
Porque nela Jesus me salvou. 

3. Nessa cruz padeceu, 
Desprezado morreu 
Meu Jesus, para dar-me perdão. 
Eu me alegro na cruz, 
Dela vêm graça e luz, 
Para minha santificação. 

Informações
Letra e música: George Bennard, 1913
Tradução: Antônio Almeida, 1920

História
O Rev. Antônio Almeida (v. hino n° 218) é o tradutor deste imortal hino do Rev. George Bennard. Nascido em 1873 em Youngstown, Ohio, Bennard teve de cuidar do sustento da família quando seu pai faleceu. 

Converteu-se através do trabalho do Exército de Salvação, onde iniciou sua atividade de pregador. Tornou-se metodista e preocupou-se com o evangelismo em sua pátria. Passou a realizar campanhas evangelísticas. Foi um homem de extrema sensibilidade espiritual, profundamente humano, sempre testemunhando a graça de Deus através do sacrifício de Jesus Cristo. 

Em 1913 achava-se em momento de reflexão e meditação sobre a cruz de Cristo, durante uma campanha evangelística em Michigan, quando iniciou o poema que o tomaria conhecido em todo o mundo. 

Recebeu o incentivo de vários amigos, entre eles Charles H. Gabriel (v. hino n° 209), o Rev. Bostwik e Ruby Anderson que cantou pela primeira vez o hino em Chicago, numa convenção do Instituto Evangelístico.

Pouco tempo depois de ser publicado, o hino foi escolhido numa pesquisa de popularidade entre os ouvintes de um programa evangelístico de Rádio de Columbus, Ohio, como o mais querido. 

O cantor e editor de música Homer Rodeheaver foi o grande divulgador deste hino e adquiriu seus direitos por apenas U$ 25,00, mas pagou a Bennard uma pensão substancial pela fama que o hino alcançou e pelos lucros que produziu. O Rev. Bennard faleceu em 1958. 

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