Leitura Bíblica: Filipenses 4.8-9. Afaste-se do mal e faça o bem; busque a paz com perseverança (Sl 34.14).
Algumas pessoas tentam buscar alívio em um tipo de meditação que propõe esquecer todas as realidades à sua volta e esvaziar completamente a mente.
Buscam criar um estado de “percepção vazia”. Esvaziar a mente pode até parecer um bom começo, mas apenas ficar vazio não faz muito sentido prático.
Quando a meditação acaba, rapidamente todas as realidades e problemas voltam a preencher o mesmo lugar. Por isso, melhor do que esvaziar a mente é enchê-la.
O que pode realmente nos fortalecer é ocupar os pensamentos. Os maus pensamentos só serão expulsos quando novos e bons conceitos tomarem o seu lugar.
A verdadeira meditação cristã
A melhor meditação é na Palavra de Deus. O mais poderoso pensamento está na história da morte de Jesus e na Sua gloriosa ressurreição por todos nós.
Quando entendemos o que Cristo fez e o impacto da Sua ação, nossa mente transborda de paz. Somos fortalecidos pelo poder transformador de Deus.
A partir da mensagem da cruz, podemos discernir melhor o que deve ocupar nossa mente. Pense em sua mente como se fosse uma grande vasilha.
Se esta vasilha está cheia de água suja, um pouco de água limpa começa a limpar a sujeira. À medida que derramamos mais água pura, o líquido lança a sujeira fora.
Ao mesmo tempo, esse preenchimento não permite que novas impurezas contaminem a água novamente. É o princípio de afastar-se do mal e fazer o bem.
Ocupando o coração com o que é bom
Nossa procura deve ser pelos caminhos de paz. É pela paz que devemos nos esforçar. O que tem ocupado sua mente e seu coração ultimamente?
Que não seja o conselho dos ímpios, nem o caminho dos pecadores. Nossa meditação diária deve ser como a do salmista, que tinha prazer na instrução do Senhor.
“O seu prazer está na lei do SENHOR, e na sua lei medita de dia e de noite” (Salmo 1.2).
Bom é o que Deus nos oferece. Que a sua mente seja um jardim regado pela verdade bíblica, protegida contra os pensamentos que roubam a sua alegria.
Autor: Hebert Gonçalves