Leitura Bíblica: Isaías 65.17-25. E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram (Ap 21.4).
Lembro-me de que, quando criança, depois de levar umas chineladas de minha mãe pelas minhas artes, ouvia a frase: “Engula este choro!”
Como eu era culpado, minha mãe entendia que eu não tinha o direito de chorar. Ela simplesmente não queria me ouvir soluçando de tristeza.
Lembrei-me desta história lendo a descrição dos novos céus e da nova terra em Isaías 65. Ali, a promessa de consolo é absoluta e eterna.
7 razões por que a sua dor vai acabar
Embora o sofrimento seja real hoje, a Bíblia nos garante que ele tem um fim determinado por Deus. Veja por que sua tristeza é passageira:
1. A promessa do Novo Céu: Deus está criando um ambiente onde o pecado e suas consequências não podem entrar (Is 65.17).
2. O fim do luto: A morte, maior causa de dor humana, será definitivamente destruída, e com ela, o sentimento de perda (Ap 21.4).
3. O toque pessoal de Deus: Não seremos apenas consolados; o próprio Deus enxugará cada lágrima dos nossos olhos.
4. Cura de enfermidades: No céu, enfermidades físicas e mentais serão totalmente desconhecidas e substituídas por vigor eterno.
5. Restauração de relacionamentos: Não haverá mais amizades rompidas, mal-entendidos ou esperanças frustradas (Wim Malgo).
6. Proteção absoluta: Medos, perigos e qualquer tipo de opressão serão coisas do passado, sem jamais nos afligir novamente.
7. Esquecimento da dor: As coisas antigas ficarão para trás e não voltarão à memória, pois a felicidade será plena (Is 65.18b).
A alegria que restaura o presente
Embora a tristeza esteja presente agora, ela não precisa ser dominante. Nossa alegria é restabelecida através da fé no que está por vir.
Você pode ter certeza: no céu nenhum sofrimento o oprimirá. Lá, nenhum pensamento de morte ou prejuízo terá lugar em sua mente.
A tristeza tem seus dias contados. Descanse na promessa dAquele que é fiel para cumprir Sua Palavra e enxugar seu pranto.
Autor: Hebert Gonçalves