
Vocês sabem que não deixei de pregar-lhes nada que fosse proveitoso, mas ensinei-lhes tudo publicamente e de casa em casa - Atos 20.20 (Lucas 4.14-19).
Um palestrante entrou num auditório para proferir uma palestra e, com surpresa, deu com o auditório vazio. Só havia um homem sentado na primeira fila. Desconcertado, o palestrante perguntou ao homem se devia ou não dar a palestra só para ele.
O homem respondeu:
— Sou um homem simples, não entendo dessas coisas. Mas se eu entrasse num galinheiro e encontrasse apenas uma galinha para alimentar, eu alimentaria essa única galinha.
O erro do saco de milho inteiro
O palestrante entendeu a mensagem e deu a palestra inteira conforme havia preparado. Quando terminou, perguntou ao homem:
— Então, gostou da palestra?
O homem respondeu:
— Como eu lhe disse, sou um homem simples, não entendo dessas coisas. Mas se eu entrasse no galinheiro e só tivesse uma única galinha, eu não daria o saco de milho inteiro para ela.
Esta ilustração, muito bem humorada, pode nos ensinar muitas coisas. Logo vem à mente o pastor que fala muito. Aquele que quer, em uma só mensagem, expor a Bíblia de Gênesis a Apocalipse.
Também podemos lembrar do pregador que resolve “economizar sermão”, pois no dia do Estudo Bíblico tem poucas pessoas na igreja.
A medida certa para cada oportunidade
Mas acho importante através desta história pensar na necessidade de um ensino adequado a cada pessoa e momento.
Paulo diz, em Atos 20.20, que não deixou de pregar nada que fosse proveitoso. Ele afirma que ensinava publicamente e que foi de casa em casa ensinando a Palavra de Deus. Paulo diz que sentia a necessidade de pregar.
1 Coríntios 9.16, ele diz: “Contudo, quando prego o evangelho, não posso me orgulhar, pois me é imposta a necessidade de pregar. Ai de mim se não pregar o evangelho!”
Devemos aproveitar todas as oportunidades de ensinar e pregar a Palavra de Deus. Devemos lembrar que todos nós que cremos em Deus temos este compromisso de anunciar o evangelho que aprendemos. Faça questão de pregar o evangelho que edifica vidas.
Como ouvirão se não há quem pregue?
Autor: Hebert Gonçalves